Cartilha de Acessibilidade Museológica LGBTQIAPN+
Acessibilidade em museu também é saber quem se sente convidado a entrar.
Museus, galerias e centros culturais costumam tratar acessibilidade como questão de rampa e piso tátil — e está certo, mas para. Este projeto trabalha a camada que quase nunca entra no plano: o acolhimento e a representatividade da população LGBTQIAPN+ nesses espaços.
A pesquisa resulta em uma cartilha formativa dirigida a profissionais da cultura, educadores, gestores museológicos e agentes culturais, com diretrizes práticas de acessibilidade física, comunicacional e de representatividade. Não é manifesto: é material de trabalho, para quem precisa decidir como recebe o público, como escreve uma legenda e como forma a equipe da recepção.
A base é uma pesquisa interdisciplinar, construída a partir de relatos e experiências reais de quem frequenta — e de quem deixa de frequentar — esses espaços.
O que o projeto entrega
Pesquisa interdisciplinar sobre acolhimento e representatividade em espaços museológicos
Cartilha formativa com diretrizes de boas práticas, em formato acessível
Material de apoio para formação de equipes de museus e centros culturais
Ficha técnica
Onde: Minas Gerais
Proponente: Augusto Luis Fidencio
Produção: Impulso Cultural
Edital: PNAB 12/2024, Bolsas de Pesquisa — categoria 2, planos de acessibilidade e museológicos — Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais
Fonte de fomento: Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)
Projeto realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.
